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Resumos da matéria

Genética

Ao longo desta unidade, estudamos os agentes responsáveis pela transmissão hereditária, as influências genéticas e epigenéticas no comportamento e a complexidade do ser humano e o seu inacabamento biológico.

Dos conteúdos abordados, o que achei mais interessante foi o dos agentes responsáveis pela transmissão hereditária. O estudo dos genes e ADN sempre me despertou curiosidade e a abordagem deste tema nas aulas permitiu-me ter mais conhecimentos sobre o assunto.
O segundo tema abordado (influências genéticas e epigenéticas no comportamento) foi o que achei mais massivo porque tinha um carácter mais teórico que o primeiro tema.
O último tema desta unidade (a complexidade do ser humano e o seu inacabamento biológico), no geral, foi interessante e gostei de abordar.
De uma forma geral, a Genética foi um conteúdo que gostei de estudar. Deu-me a conhecer imensos conceitos de que ainda não tinha conhecimento, como por exemplo, fenótipo, genótipo, entre outros, pelo que achei muito produtivo para a minha aprendizagem.

 

 

Cérebro

Ao longo da unidade Cérebro, aprendemos quais os elementos estruturais e funcionais do sistema nervoso, como este órgão funciona e a sua constituição e estudámos a sua capacidade de autonomia e adaptação.

As principais células do sistema nervoso são os neurónios e as células gliais. O processo de controlo dos nossos comportamentos é constituído por um conjunto de estruturas: os órgãos dos sentidos (mecanismos de receção), o sistema nervoso (mecanismos de coordenação) e os músculos e as glândulas (mecanismos de reação). A comunicação nervosa é efetuada através de impulsos eletroquímicos, denominados sinápses.

O sistema nervoso é constituído pelo sistema nervoso central (Espinal medula e Encéfalo) e pelo sistema nervoso periférico (sistema nervoso somático e sistema nervoso autónomo). O primeiro processa e coordena as informações, enquanto o segundo conduz a informação da periferia para os centros nervosos. Sem este sistema de comunicação, o cérebro ficaria isolado dos meios interno e externo. O cérebro está dividido em dois hemisférios (direito e esquerdo), separados por uma fissura longitudinal e ligados por um sistema de fibras nervosas, denominado corpo caloso. Por sua vez, cada hemisfério está dividido em quatro lobos: frontal (córtex motor), parietal (córtex somatossensorial), ocipital (córtex visual) e temporal (córtex auditivo). Cada um dos lobos integra áreas corticais com funções determinadas. Apesar da sua especialização, estas áreas atuam de forma coordenada e complementar para realizar determinados processos. O cérebro humano beneficia de uma função vicariante, de plasticidade e sofre um processo de corticalização. A plasticidade cerebral e a lentificação do desenvolvimento cerebral permitem a aprendizagem ao longo de toda a vida e a individuação do cérebro.

​Gostei bastante de estudar esta unidade, pois o cérebro humano fascina-me pela sua complexidade, pelo que pude adquirir conhecimentos sobre este órgão que ainda não tinha conhecimento.

Cultura

Nesta unidade, aprofundamos o conceito de cultura e o processo de socialização no processo de tornar-se humano.

O ser humano é um ser social. Só vivendo em sociedade é que as suas capacidades são plenamente desenvolvidas. O processo de socialização divide-se em socialização primária (ocorre durante a infância e é quando se aprendem as necessidades básicas) e socialização secundária (ocorre sempre que o ser humano enfrenta uma situação nova na sua vida). Este processo é muito importante, pois é através dele que cada um de nós aprende e interioriza os padrões de comportamento, as normas, as práticas e os valores da comunidade em que se insere. O processo de socialização ocorre durante toda a vida e varia de cultura para cultura.

Cada um tem uma história pessoal, uma história de vida singular que nos individualiza. Atribuímos significados a todas as situações da nossa vida e duas pessoas diferentes, atribuem significados diferentes à mesma situação. É no significado que se realiza a síntese entre a singularidade de cada pessoa e a sua situação ou contexto. O ser humano está em permanente auto-organização: os seres humanos constroem-se agindo no mundo, organizando-se no seu envolvimento com o mundo.

Assim sendo, para além da diversidade biológica, também há uma enorme diversidade cultural e individual. Se não estivéssemos inseridos num contexto cultural particular, seríamos seres inacabados, incompletos. No entanto, a cultura não determina aquilo que somos: somos produtos da nossa cultura, mas também somos seus produtores.

Relações Precoces

Na unidade Relações Precoces, tivemos como objetivo principal aprender a importância e qual o papel das relações precoces na construção de relações com os outros. 

Começamos por caracterizar as relações precoces: a imaturidade do bebé, as competências básicas do bebé e as competências básicas da mãe. O ser humano é um ser biologicamente social, pois desde que nasce até que morre, o ser humano vive integrado no meio social. A nossa vocação social manifesta-se logo após o nascimento nas relações precoces que o bebé estabelece com a mãe e com os adultos que cuidam do recém-nascido.

Para compreender melhor as relações precoces é necessário saber explicar a estrutura de relação do bebé com a mãe, nomeadamente a sua caracterização e qual a sua importância na vida do ser humano. A prematuridade do recém-nascido disponibiliza-o para o estabelecimento de relações precoces com quem lhes propicia cuidados parentais; predispõem-no para o desenvolvimento de competências relacionais com quem dele cuida sob a forma de vinculação.

Por fim, procedemos à análise do papel das relações precoces no tornar-se humano: qual o papel da relação de vinculação para a humanização do bebé e quais as consequências em termos presentes e futuros quando a relação é perturbada. 

Esta unidade é importante para a compreensão da importância das relações que são estabelecidas desde o nascimento, na sobrevivência e desenvolvimento do ser humano. 

Relações Interpessoais

Nesta unidade, começamos por caracterizar os processos fundamentais da cognição social: impressões, expectativas, atitudes e representações sociais. Fundamentalmente dependente da aprendizagem, o comportamento humano apresenta uma enorme complexidade e diversidade nas mais diferentes relações que estabelece com o meio. 

Visto que o ser humano vive em sociedade, integrado em diferentes grupos sociais, as nossas aprendizagens são feitas através da interação grupal e das influências que os membros do grupo incidem sobre nós. A influência é realizada através de três processos que têm efeitos nos nossos comportamentos: normalização, conformismo e obediência.

Concluímos o estudo desta unidade com a análise dos processos de relação entre os indivíduos e os grupos: como é que nos relacionamos com os outros, porque é que as relações interpessoais se revestem de aspetos atrativos e intimistas ou agressivos e de afastamento. Os processos de relação entre os indivíduos e os grupos são: atração interpessoal, agressão e intimidade; esteriótipos, preconceitos e discriminação; conflito/cooperação.

Com esta unidade, compreendemos melhor como a influência dos grupos sociais contribui para a construção do que cada indivíduo é, tendo aspetos positivos e negativos.

A Mente

Na unidade A Mente, abordamos os processos cognitivos, emotivos e conativos.

A mente é um sistema dinâmico, de relação entre o ser humano e o seu mundo. É importante saber que o funcionamento mental não se reduz à dimensão cognitiva, à produção racional, abstrata dos conhecimentos. A mente humana implica também a emoção, os sentimentos, a afetividade, a ação. Como defende António Damásio, até na tomada de decisões estão envolvidos processos emocionais. No entanto, estes processos mentais não são autónomos - eles interagem constantemente de forma complexa.

Os processos cognitivos estão relacionados com o saber. A cognição consiste no conhecimento humano e animal sob diferentes formas: perceção, memória, aprendizagem, entre outros.

Os processos emotivos estão relacionados com o sentir. As emoções correspondem às nossas vivências de prazer e desprazer, desempenhando um papel fundamental desde que nascemos, pois são a nossa primeira forma de comunicação com o mundo.

Os processos conativos estão relacionados com fazer. A conação é constituída por um conjunto de processos que se ligam à execução de uma ação ou comportamento, que movem o ser humano num determinado sentido.

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