Portefólio Psicologia B
Joana Machado
ESCCB
Passados três anos do nascimento da criança, Khaila Richards (Halle Berry), mãe biológica, descobre que, ao contrário do que pensava, o seu filho está vivo e decide recuperá-lo. O caso vai a tribunal e o julgamento decorre em redor de argumentos racistas. Khaila consegue a guarda do seu filho, Isaiah (Marc John Jefferies). Mas Isaiah não se adapta à nova família. Desesperada, Khaila recorre à mãe adotiva.
Na minha opinião, este é um filme que nos faz reflectir sobre o racismo e a forma como ele ainda está impregnado na sociedade actual. Pessoalmente, não sou racista e, para mim, é uma pena que ainda haja pessoas que o são. Se somos todos iguais em direitos, não há razões para discriminação e superioridade racial.
Todos diferentes, todos iguais (Loosing Isaiah) é um filme sobre o racismo, realizado em 1995. Centra-se na história de um recém-nascido que é abandonado num caixote de lixo pela mãe toxicodependente e que, milagrosamente, é salvo pelos coletores de resíduos. Margaret Lewin (Jessica Lange), é a mãe adoptiva do bebé e quem lhe dá uma oportunidade de viver.






Todos diferentes, todos iguais